CENTRO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES THOMAZ GOUVEIA NETTO - R. Said Saad, 33 – Vila Amália - CEP 02618-250 – São Paulo SP CNPJ: 05.099.062/0001-16 -
C.C.M. 3.143.607-2
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SERVIÇO SOCIOASSISTENCIAL - CENTRO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES THOMAZ GOUVEIA NETTO

Desenvolver atividades com crianças e adolescentes de 06 a 14 anos e onze meses, tendo por foco a constituição de espaço de convivência, a partir dos interesses, demandas e potencialidades dessa faixa etária. As intervenções devem ser pautadas em experiências lúdicas, culturais e esportivas como formas de expressão, interação, aprendizagem, sociabilidade e proteção social. Deve atender crianças e adolescentes com deficiência, retiradas do trabalho infantil e/ou submetidas a outras violações de direitos, com atividades que contribuam para resignificar vivências de isolamento, bem como propiciar experiências favorecedoras do desenvolvimento de sociabilidades e prevenção de situações de risco social.
Portanto, o trabalho desenvolvido está pautado no princípio da colaboração, da coletividade, da solidariedade e do respeito. É importante ressaltar que promovemos a integração em todos os aspectos – físicos, afetivos cognitivos e sociais, e também, temos como meta garantir um ambiente prazeroso e saudável, respeitando a diversidade cultural de cada um.

OBJETIVO GERAL

Oferecer proteção social à criança e adolescente, em situação de vulnerabilidade e risco, por meio do desenvolvimento de suas potencialidades, bem como favorecer aquisições para a conquista da autonomia, do protagonismo e da cidadania, mediante o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

 Prevenir a institucionalização e a segregação de crianças e adolescentes, especialmente aquelas com deficiência, assegurando convivência familiar e comunitária;
 Promover acesso aos serviços das demais políticas públicas, em especial serviços de educação, saúde, cultura, esporte e lazer existentes no território;
 Disponibilizar informações sobre direitos e participação, oportunizando o exercício de cidadania;
 Possibilitar experiências e manifestações artísticas, culturais, esportivas e de lazer, com vistas ao desenvolvimento de novas habilidades;
 Favorecer o desenvolvimento de atividades intergeracionais, propiciando trocas de experiências e vivências, fortalecendo o respeito, a solidariedade e os vínculos familiares e comunitários;
 Estimular a reinserção e permanência da criança e adolescente no sistema educacional;
 Assegurar espaço para convívio grupal, comunitário e social, e o desenvolvimento de relações de solidariedade e respeito mútuo;
 Incentivar a participação na vida cotidiana do território desenvolvendo competências para a compreensão crítica da realidade social e o mundo contemporâneo;
 Desenvolver ações com as famílias para o fortalecimento de vínculos familiares e sociais, visando a proteção e o desenvolvimento das crianças e dos adolescentes.


PÚBLICO ALVO

O público alvo é composto por crianças/adolescentes de ambos os sexos na faixa etária de 6 a 14 anos e 11 meses em situações de vulnerabilidade social.

Critérios de Ingresso:

• Crianças e adolescentes em situação de trabalho;
• Crianças e adolescentes reconduzidas ao convívio familiar, após medida protetiva de acolhimento;
• Crianças e adolescentes com deficiência, beneficiárias ou não do BPC;
• Crianças e adolescentes oriundas de famílias beneficiárias de programas de transferência de renda;
• Crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade e risco.


CAPACIDADE DE ATENDIMENTO

Com capacidade de 180 crianças atendidas. O atendimento é de segunda a sexta-feira em dois períodos, período da manhã das 07h20 ás 11h20 e período da tarde das 12h20 ás 16h20, no contra turno da rede escolar.

CONSTITUIÇÃO DOS GRUPOS E TURNOS POR FAIXA ETÁRIA- ORGANIZAÇÃO

A divisão dos grupos se fará levando em consideração a faixa etária. Os grupos serão constituídos de no máximo 30 atendidos. Em cada turno manhã e tarde, orientados e dirigidos por orientadores socioeducativos, de acordo com o critério de divisão abaixo:

Turma 01 – Alunos na faixa etária de 06 á 08 anos (manhã e tarde).
Turma 02 – Alunos na faixa etária de 08 á 10 anos (manhã e tarde).
Turma 03 – Alunos na faixa etária de 11 á 14 anos (manhã e tarde).

A formação dos grupos será feita de maneira a contemplar 30 atendidos por turma para cada orientador socioeducativo. Apresentará dois eixos norteadores: Atividades de convívio deverão propiciar ao usuário o desenvolvimento do sentimento de pertencimento, a construção da identidade e a afirmação da individualidade. O convívio permitirá a transmissão dos códigos sociais e culturais, estabelecendo os valores que norteiam a vida em sociedade.

METODOLOGIA A SER DESENVOLVIDA

A organização elaborará uma grade semanal das atividades desenvolvidas junto às crianças e adolescentes, em consonância com as ações socioeducativas destacadas na GRAS: identidade, socialização e brincar, protagonismo, participação e autonomia, arte e cultura, esporte e lazer, família e sociedade, que englobe os interesses e desejos das crianças e dos 53 Parâmetros socioeducativos: Caderno 1, SMADS/CENPEC/2007.
As atividades de participação cidadã serão elaboradas de forma diferenciada para o público de 6 a 11 anos e 11 meses (crianças) e de 12 a 14 anos e 11 meses (adolescentes), considerando as peculiaridades de cada fase de desenvolvimento. Possibilitarão a sensibilização e o desenvolvimento da percepção da realidade social, econômica, cultural, ambiental e política, e, também, apropriação dos direitos de cidadania, o reconhecimento de deveres, visões de mundo e posicionamento no espaço público.
OBS: A GRAS- Grade de Atividades Mensal deverá ser fixada em um mural para que às famílias e atendidos tenham conhecimento do que está sendo realizado.

ATIVIDADES SOCIOEDUCATIVAS
As atividades darão a oportunidade do convívio social, estimulando a participação em atividades na rede pública e privada, assegurando o direito à convivência comunitária; favorecendo o surgimento e o desenvolvimento das competências, aptidões, capacidades e oportunidades para autonomia e uma efetiva participação na família e na comunidade.

Estabelecendo uma programação socioeducativa, cultural, de saúde e de lazer que estimule o desenvolvimento da criatividade das crianças/adolescentes e das suas manifestações espontâneas:

Porém, mais importante que o tipo de atividade lúdica é a forma como é dirigida e como é vivenciada, e o porquê de estar sendo realizada. Toda criança que participa de atividades lúdicas, adquire novos conhecimentos e desenvolve habilidades de forma natural e agradável, proporcionando divertimento, prazer, convívio profícuo, estímulo intelectivo, desenvolvimento harmonioso, autocontrole e auto realização.

As atividades lúdicas promovem ou restabelecem o bem-estar psicológico da criança. No contexto de desenvolvimento social da criança é parte do repertório infantil e integra dimensões da interação humana necessária na análise psicológica (regras, cadeias comportamentais, simulações ou faz de conta, aprendizagem observacional e modelagem).

Toda a programação socioeducativa contemplará o interesse das diferentes faixas etárias e suas necessidades, facilitará o processo de socialização das crianças e adolescentes, assegurando o direito de brincar, ampliar as trocas culturais e de lazer, estender às famílias esses benefícios.

ATIVIDADES SOCIOEDUCATIVAS QUE SERÃO TRABALHADAS:
• Leitura:
• Sala de Multimeios:
• Tecnologia Educativa:
• Brinquedoteca:
• Jogos Educativos de acordo com a faixa etária:
• Expressão Corporal / Teatro e/ou Música:
• Oficinas:
• Atividades físicas e desportivas:
• Time de Futebol CCA-TGN:.
• Datas Comemorativas;
• AVD’s- Atividades de Vida Diárias.
• Pátio Recreação e jogos externos.
• Passeios Externos.

AQUISIÇÕES DOS ATENDIDOS
• Ter acesso a um ambiente acolhedor e espaços reservados a manutenção da privacidade do (a) usuário (a);
• Ter experiências que contribuam para o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários;
• Ter acesso à rede socioassistencial e a serviço s de outras políticas públicas;
• Inserção e permanência na rede de ensino;
• Ter experiências que possibilitem lidar com potencialidades e limites, de forma construtiva;
• Ter experiências de participação em projetos sociais, esportivos e culturais;
• Ampliar a capacidade protetiva de sua família e a superação de suas dificuldades;
• Ter experiências no processo de formação e intercâmbios com grupos de outras localidades;
• Reconhecer seus direitos como cidadão;
• Ter oportunidade de avaliar as atenções recebidas, expressar opiniões e reivindicações.

TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS
Atividades realizadas individualmente com cada família, visando à superação das vulnerabilidades identificadas e o fortalecimento de sua função protetiva. As atividades com as famílias: acolhida e escuta; visita domiciliar; orientação e encaminhamento ao CRAS e a outras políticas públicas; elaboração do Plano de Desenvolvimento Familiar (PDF); elaboração de relatórios; manutenção de prontuários e registro de informações de gestão, definidos pela SMADS.
Esta dimensão deverá possibilitar o desenvolvimento de autonomia individual de cada família, propiciar e fortalecer o convívio ou vivência familiar e garantir o acesso às redes setoriais e Sócioassistenciais.

TRABALHO SOCIAL
• Acolhida e escuta;
• Realização de entrevistas, visitas domiciliares;
• Orientação e encaminhamentos;
• Fortalecimento da função protetiva da família;
• Desenvolvimento de ações de convívio familiar e comunitário;
• Identificação e encaminhamento das famílias que possuam perfil para inserção em programas de transferência de renda;
• Mobilização e fortalecimento de redes sociais de apoio;
• Realização de grupos de convívio e fortalecimento de vínculos;
• Mobilização para a cidadania;
• Articulação com o CRAS de referência;
• Elaboração de relatórios e manutenção de prontuários.

TRABALHO SOCIOEDUCATIVO
• Realização de trabalho com famílias, objetivando o fortalecimento do grupo familiar;
• Realização de atividades de convivência grupal;
• Apropriação das famílias dos recursos do território;
• Informação, comunicação e defesa de direitos;
• Desenvolvimento de ações e vivências pautadas pelo respeito a si próprio e aos outros, fundamentadas em princípios éticos de justiça e cidadania;
• Desenvolvimento de ações e experiências que possibilitem o desenvolvimento de potencialidades e a ampliação do universo informacional e cultural;
• Desenvolvimento de ações de convivência grupal;
• Mediação de conflitos por meio de diálogo, compartilhando outros modos de pensar e agir.


ABRANGÊNCIA TERRITORIAL

O CCIJ-TGN está localizado na Rua Said Saad nº. 33 Cep: 02618-250 Bairro Vila Amália – Zona Norte no Município de São Paulo pertencendo ao distrito Casa Verde/ Cachoeirinha, portanto sua área de atendimento, preferencialmente, abrangerá todo distrito da Casa Verde/ Cachoeirinha.

FORMA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS E METAS ESTABELECIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO

Pela dinamicidade, amplitude e complexidade do projeto, sua implantação e desenvolvimento exigem acompanhamento e avaliações permanentes. Esse processo contará com o efetivo e competente trabalho das equipes: socioeducativa, administrativa e de voluntários.
A forma de monitoramento e avaliação dos resultados das atividades socioeducativa serão através da observação diária e continua verificando se as atividades propostas estão favorecendo o desenvolvimento dos atendidos.
O controle e a avaliação da execução desta parceria tomarão como base o cumprimento dos padrões das ofertas que compõem o objeto deste Termo de Colaboração, o cumprimento das diretrizes do Plano Municipal de Assistência Social – PLAS-SP, a garantia dos direitos dos usuários e a boa e fiel utilização dos recursos financeiros repassados pela SMADS à parceira.
O sistema de monitoramento e avaliação da vigilância socioassistencial com relação aos serviços da rede pública socioassistencial, na qual esta parceria faz parte, será executado nos termos da legislação específica emanada pela SMADS.
As atribuições, os procedimentos, instrumentais e indicadores qualitativos do monitoramento e avaliação da parceria firmada entre a SMADS e a OSC PARCEIRA, será de acordo com o normatizado específica emanada pela SMADS.
Os indicadores de avaliação e as metas previstas deverão estar no mínimo de acordo com o preceituado no parágrafo 4º, do artigo 15 da Portaria 55/SMADS/2017.


"Sem sonhos, a vida não tem brilho. Sem metas, os sonhos não têm alicerces. Sem prioridades, os sonhos não se tornam reais. Sonhe, trace metas, estabeleça prioridades e corra riscos para executar seus sonhos. Melhor é errar por tentar do que errar por se omitir!"
Augusto Cury

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